ECT rejeita proposta do TST e exige resposta mais dura dos trabalhadores

ECT rejeita proposta do TST e exige resposta mais dura dos trabalhadores

Em audiência por videoconferência na tarde desta segunda-feira (13) no TST, a empresa rejeitou a proposta de mediação apresentada no dia 10pelo Tribunal. Agora, será encaminhado Dissídio Coletivo para julgamento pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do Tribunal, o que acontecerá na segunda-feira, dia 20 de setembro.

Depois de propor o parcelamento do índice de reajuste (100% do INPC), mas parcelado em três vezes (50% em agosto, 25% em outubro e 25% em dezembro), a empresa não aceitou a proposta fincando pé na cláusula de acesso dos dirigentes sindicais aos trabalhadores, a participação do sindicato nos processos administrativos disciplinares e a liberação com ônus de dirigentes sindicais. 

Mais uma vez ficou clara a intenção da direção da empresa que desde o início do governo genocida de Bolsonaro não se dispõe a negociar, mas somente a atacar e precarizar cada vez mais os direitos dos trabalhadores. Isto tem o claro objetivo de enxugar ao máximo a empresa no que diz respeito aos trabalhadores, facilitando a privatização e beneficiando os compradores que, conforme já ficou evidente, será, segundo o que tem sido divulgado até agora, quase uma “negociata” entre amigos.

Conforme já esperado desde o início da negociação, será fundamental a mobilização da categoria para pressionar pela recuperação dos direitos, mas, principalmente, uma ação forte junto aos senadores para barrar o projeto de privatização da empresa.

Por isso a importância da categoria se unir nas ações chamadas pelo Sindicato, tanto os específicos da categoria, como os pelo Fora Bolsonaro, condição essencial para barrar a privatização da empresa. Enquanto Bolsonaro for presidente e manter seus capachos na gestão do Correios, toda a categoria está sob ameaça.

Fora Bolsonaro. Fica Correios!

Assessoria de Comunicação

14/09/2021 12:39:44

Nara Soter

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