A ECT não tem palavra

A ECT enviou ofício relatando o fechamento do Centro de Cinesioterapia existente no CTCE, uma atitude diferente do que a empresa assumiu junto ao Juiz Desembargador Francisco Rossal de Araújo do TRT da 4ª Região (TRT/RS), em audiência de mediação, de que estaria retomando a Cinesioterapia após a pandemia. Também, diferente do que disse a “dama de ferro” da Superintendência em reunião no dia 08 de dezembro.

Agora, a justificativa da Superintendência é de que tal serviço não tem previsão no Acordo Coletivo de Trabalho. Embora isso seja verdade, a ECT esquece, propositalmente, que tal serviço encontra-se positivado nos manuais da empresa, num projeto piloto iniciado no RS, fruto de um longo e profundo estudo técnico realizado pela medicina e segurança do trabalho (entre 2006 e 2008). O estudo apontou a cinesioterapia como uma medida compensatória à saúde do trabalhador.

O Centro de Cinesioterapia existente no Complexo da Sertório em parceria com a Postal Saúde é um Centro moderno, com profissionais 24 horas por dia (fisioterapeutas, enfermeiros e professores de educação física) e com inúmeros aparelhos (condicionamento físico e outros) que podem ser usados pelos trabalhadores. Usado por acidentados, lesionados e, também, por quem busca fortalecimento dos músculos para fugir de certas lesões causadas pelo próprio trabalho (esforços repetitivos, peso excessivo, jornadas extenuantes).

E agora a empresa vai acabar de vez com o Centro, alegando não constar do ACT.

O SINTECT/RS tomará todas as medidas e ações possíveis para garantir a permanência do Centro de Cinesioterapia.

Assessoria de Comunicação

14/01/2021 11:05:25

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