Mulheres tomam às ruas no 8 de março

Milhares de manifestantes participaram, no final da tarde da segunda-feira, 8 de março, da atividade realizada no centro da Capital em celebração ao Dia Internacional da Mulher. Um grupo de trabalhadoras de Correios esteve presenta ao ato unificado pela vida das mulheres, contra a violência e pedindo educação e saúde.

A mobilização reuniu pessoas de diferentes idades, integrantes de movimentos das mulheres, movimento social, sindical, bem como representantes da sociedade civil e de partidos políticos  progressistas.

A concentração iniciou na Esquina Democrática, no centro da Capital, onde lideranças utilizaram o carro de som para denunciar diversos tipos de violências enfrentadas pelas mulheres atualmente no Brasil e se posicionarem contrárias às políticas dos governos de Jair Bolsonaro (sem partido), Eduardo Leite (PSDB) e Nelson Marchezan Júnior (PSDB).

A reforma da Previdência, os ataques às universidades, o sucateamento das políticas públicas de combate à violência contra a mulher, o aumento do conservadorismo, medidas econômicas liberais e a precarização dos serviços públicos de saúde e educação foram algumas das medidas citadas no carro de som.

Quase de forma unânime, as lideranças defenderam a união como principal ferramenta contra os ataques dos governos e para barrar os retrocessos, que atingem a todos, mas fundamentalmente as mulheres. Foram citados diversos temas como o congelamento na educação, a falta de vagas nas creches, o não investimento em saúde, o desemprego, o trabalho precarizado, sempre pior para elas.

Da Esquina Democrática, os manifestantes saíram em caminhada pelas ruas centrais até

Largo Zumbi dos Palmares, entoando músicas e palavras de ordem contra os ataques dos governos.

Manifestações ocorreram em todo o mundo. 

Assessoria de Comunicação

10/03/2020 15:36:16

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