TST julga dissídio, mantém o ACT por 2 anos e decide sobre pais no Plano de Saúde

Os ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST) votaram na tarde desta quarta-feira, dia 2, o dissídio coletivo dos trabalhadores de Correios.

Na votação, na sessão extraordinária, os ministros acompanharam o voto do relator, Maurício Godinho Delgado, que considerou a greve da categoria não abusiva, sugeriu descontar os dias de paralisação em três parcelas mensais sucessivas e ofereceu 3% de reajuste para salários e benefícios.

Os advogados da Fentect e Findect fizeram sustentação oral, defendendo a posição dos trabalhadores. Já a empresa, seguiu com a ladainha da crise e das dificulades financeiras.

Veja o resumo do que foi aprovado:

– A greve não foi considerada abusiva;

– Reajuste Salarial de 3%;

– Desconto dos dias de paralisação em 03 parcelas mensais sucessivas na folha de pagamento – menos sábado e domingo (para quem não trabalha nesses dias);

– Manutenção de todas as cláusulas do ACT 2018/2019, exceto cláusula 28 (que trata do plano de saúde);

 – Plano de saúde: exclusão de pais e mães do plano, com exceção dos que estão em tratamento e devem sair apenas após a conclusão do atendimento médico – Limitação de 5% de descontos, sejam empregados da Ativa como Aposentados.

Confira matéria do TST

Confira matéria da Fentect

Confira matéria da Findect

Assessoria de Comunicação

02/10/2019 21:44:05

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