Chapa 1 é a vencedora das eleições do SINTECT-RS

As eleições para a diretoria do SINTECT/RS (Triênio 2019 – 2022), realizada nos dias 25, 26 e 27 de fevereiro foram um sucesso. A contagem dos votos terminou por volta da 00:30 (zero hora e trinta minutos) do dia 28/03, tendo como vencedora a chapa 1- Unidade pra Lutar, com 888 votos. As demais chapas fizeram 336, 754 e 401 votos, respectivamente chapas 2, 3 e 4.

O processo foi marcado pela transparência, organização, lisura e democracia. Setenta por cento (70%) dos sócios do Sindicato participaram do pleito. As urnas fixas estiveram por três dias consecutivos em setores como o Prédio Sede, o Complexo da Sertório e o Prédio do CDD Centro. As urnas itinerantes percorrem todos os rincões em busca de garantir o direito de voto ao mais longínquo dos sócios. E, ainda, tiveram os votos por correspondência, garantindo um processo de participação ativa dos ecetistas.

As chapas inscritas, totalizando quatro, tiveram 30 dias para se inscrever e mais de 20 dias para a campanha. A Junta Eleitoral, eleita em assembleia, garantiu a participação e voz ativa de todas as chapas em suas reuniões e no processo de organização da eleição. Cada chapa teve um membro participando das reuniões.

A nova gestão, que iniciará em 06 de maio do corrente ano, terá como princípio norteador a majoritariedade. Ou seja, a chapa 1 irá assumir como seus 36 membros. Diferente do que ocorreu nas últimas quatro gestões, em que o princípio era a proporcionalidade, onde cada chapa assumia com um número de membros a partir da votação alcançada. Isso não tem mais, embora tenha se mantido no processo de escolha do Conselho Fiscal, para que não pairem dúvidas sobre o uso do dinheiro dos sócios.

Na nova gestão, o Conselho Fiscal, composto por seis membros (três titulares e três suplentes), ficou distribuído da seguinte forma: Dois membros titulares serão da Chapa 1; um titular e um suplente da Chapa 3; um suplente da Chapa 4; e 1 suplente da Chapa 2. 

Alertarmos para alguns exageros ocorridos. À política classista, ao debate saudável, ao sindicalismo de base, não cabe o vale-tudo. Há de se preservar a entidade para além da disputa. Seres políticos que se valem de ataques pessoais, ataques morais, meias verdades, subjetividades, lotam Brasília, Câmaras e afins, e desses ninguém tem necessidade.

O homem e a mulher que prediz e roga pelo progresso da categoria e a libertação da classe trabalhadora vai pelo certo, pelo justo. Mantém a moral, não cai em discurso fácil. Trata de ser, acima de tudo, propositivo.

Vida que segue

Como falamos durante todo o processo eleitoral, é preciso o máximo de unidade. Estão aí inúmeros ataques contra a categoria, contra a classe trabalhadora e o movimento sindical. Esses ataques não podem ficar sem respostas. E a mais eficaz que pode ser dada pela categoria não é outra se não a da resistência e de lutar por seus direitos e reivindicações. E é papel da nova gestão unificar ao máximo a categoria e dar vazão as suas iniciativas como coletivo.

Também é o papel de todos que se postularam direção e independente da chapa que compuseram, que contribuam, agora, para a unificação da categoria. Isso não significa apagar as diferenças, mas ter como centro e prioridade a categoria, as lutas dos trabalhadores e trabalhadoras de Correios e a defesa da entidade. Com unidade pra lutar, todos ganham!

Assessoria de Comunicação

05/03/2019 14:38:06

 

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