Assembleia delibera por paralisação nesta quarta-feira, dia 15

Sindicato chama toda a categoria a participar do movimento

A assembleia geral dos trabalhadores dos Correios, realizada no salão da Pompéia, em Porto Alegre,  deliberou por paralisar as atividades no dia 15 de março, Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência e, no caso dos ecetistas, é também contra a precarização nas condições de trabalho e contra a privatização.

No início da assembleia os trabalhadores fizeram uma análise de conjuntura, avaliaram a situação do trabalhador de Correio e trataram também da reforma da previdência, que trará imensos prejuízos aos trabalhadores, tanto do setor público, como privado.  De acordo com a proposta (PEC 287/2016), para se aposentar o trablahadores(a) terá que trabalhar 65 anos e contribuir 49 anos, sem nenhuma interrupção do desconto, para ter direito a aposentadoria integral. De fato, dificilmente o trabalhador chegará a se aposentar ou a desfrutar por muito tempo da aposentadoria.

Questões como o Plano de saúde, adoecimento da categoria, sobrecarga de trabalho, novas ferramentas de gestão, falta de efetivos e as tentativas da empresa de jogar a culpa dos problemas da empresa sentido pela população nas costas dos trabalhadores foram alguns dos pontos destacados.

Diversos estados, como RJ, SP, PR, e outros, também deliberaram por paralisar nesta quarta-feira (15).

A assembleia também aprovou uma agenda de atividades para o dia 15, tais como:

– Piquete na Sertório a partir da meia noite;

– na primeira hora da manhã, reuniões e debates em frente ao local de trabalho;

– 11 horas – concentração em frente ao prédio Sede (na Siqueira Campos);

– distribuição de Carta Aberta no centro de Porto Alegre (veja aqui a Carta Aberta 15 de março);

– 17 horas – participação no Sato Unificado das centrais sindicias, na Esquina Democrática. 

O Sindicato reitera a importância da participação da categoria neste movimento, de preferência com o uniforme dos Correios, para marcar nossa participação. Além da luta em defesa das nossas condições de trabalho e contra a privatização da empresa, temos que somar na luta contra a reforma da previdência, que atinge a todos indistintamente. A hora de lutar é agora. Participe das manifestações.

 

Assessoria de Comunicação

14/03/2017 23:31:25

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